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– O League of Legends (LoL) é o MOBA da Riot Games
– O título possui diversas skins para todos os gostos
– Saiba quais são as skins mais polêmicas do LoL
O League of Legends (LoL) é o MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) da Riot Games. Lançado em 2009, o jogo possui uma comunidade consolidada de jogadores, construída ao longo dos anos. Para agradar o público (ou nem sempre), o título possui uma gama diversificada de skins para todos os gostos.
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Algumas personalizações, no entanto, geraram controvérsias, seja pelo preço, estilo ou algum outro motivo. Dito isso, a redação da Pichau Arena preparou uma lista com as skins mais polêmicas do LoL. Confira:
Jhin Erradicação do Cosmos Negro
A variante do Jhin Cosmos Negros causou grande burburinho entre a comunidade de League of Legends. O motivo? Não é um item personalizado vendido diretamente e só pode ser adquirido por meio do sistema de gacha, que é uma forma aleatória de obter um objeto.
Para a certeza de garantir a skin, era necessária a compra de 30 capsulas cósmicas, o que, na época, era cerca de 22.500 RP (Riot Points). Havia apenas 1% de chance de a capsula conter a skin.

Ahri Lenda Imortalizada
Uma das skins mais polêmicas do MOBA. A personalização para a raposa de nove caudas foi lançada para homenagear o jogador profissional de League of Legends Lee “Faker” Sang-hyeok. No entanto, a homenagem não foi bem recebida pela comunidade, já que não era possível a aquisição somente da skin, e o pacote com ela custava quase 60.000 RP, ultrapassando o valor de mil reais.

Lux Elementalista
Embora seja uma das skins mais amadas pela comunidade, a Lux Elementalista foi alvo de algumas discussões. A Ultimate já foi banida de torneios oficiais por conta das diversas animações, que podem confundir os inimigos. Além disso, frequentemente há conversas sobre algumas habilidades aparecerem mais do que outras, gerando uma pequena vantagem.

iBlitzcrank
Considerada polêmica pelo mesmo motivo que a Lux Elementalista. Os jogadores relatam que a animação do puxão na skin iBlitzcrank é mais complicada de desviar devido aos efeitos visuais, gerando vantagem para quem a usa. Assim como a Ultimate da Lux, a personalização do golem a vapor, no passado, também foi banida de cenários competitivos.

Lucian Atacante
A skin Lucian Atacante resultou em um processo para a Riot Games. O ex-jogador de futebol Edgar Davids entrou com uma ação contra a empresa, alegando que a própria aparência foi utilizada sem autorização. O tribunal concordou, e o caso foi ganho para o atleta, que recebeu indenização com base nos lucros gerados pela customização.
