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– NVIDIA apresentou o DLSS 5 como avanço de neural rendering
– Daniel Owen disse que a tecnologia parece “só um filtro de IA”
– NVIDIA afirma que os estúdios manterão controle artístico
Conforme publicado pelo VideoCardz na última segunda-feira (30), a polêmica em torno do DLSS 5 ganhou um novo capítulo após o youtuber Daniel Owen afirmar que a tecnologia “é só um filtro de Inteligência Artificial” depois de trocar mensagens com Jacob Freeman, que trabalha com DLSS na NVIDIA.
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A crítica bate de frente com o discurso oficial da empresa, que apresentou o recurso na GTC 2026 como um salto em renderização neural, prometendo iluminação e materiais fotorrealistas com preservação do controle artístico dos estúdios. A previsão oficial é de estreia no segundo semestre de 2026.
O que causou a discussão?
Segundo respostas atribuídas por Owen a Freeman, o DLSS 5 usa apenas o quadro 2D já renderizado e vetores de movimento como entrada, enquanto os materiais são inferidos a partir dessa imagem.
Para Owen, isso aproxima a solução muito mais de um filtro generativo aplicado sobre a imagem final do que de uma integração profunda com o motor gráfico. Vale destacar que a mesma leitura foi reforçada por veículos como GamesRadar.
O caso mais citado é o de personagens que aparecem com traços bonitos demais nas demos, levantando dúvidas sobre intenção artística e padronização estética.
Por fim, a NVIDIA rebate dizendo que críticos estão “completamente errados” e insiste que desenvolvedores terão controle sobre a implementação. Ainda assim, até Jensen Huang já adotou um tom mais cauteloso depois da reação, dizendo que entende a preocupação.