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– NVIDIA pode apresentar a arquitetura Feynman na GTC 2026 com fabricação em 1,6 nm
– Processo avançado promete maior densidade de transistores e eficiência energética superior
– Primeiros produtos devem focar data centers e IA antes de chegar ao mercado consumidor.
Conforme publicado pelo WCCFTech nesta quarta-feira (25), a próxima geração de chips da NVIDIA pode marcar um salto histórico na indústria.
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Rumores apontam que a arquitetura Feynman, possível sucessora das gerações atuais para data center e IA, pode ser apresentada na NVIDIA GTC 2026, trazendo consigo a inédita fabricação em 1,6 nanômetro (1.6nm), utilizando o processo mais avançado da TSMC.
Vale destacar que o avanço não é apenas numérico, e a redução de litografia implica maior densidade de transistores, melhor eficiência energética e potencial aumento de desempenho, fatores críticos em aplicações de inteligência artificial e computação de alto desempenho (HPC).
O que significa 1,6 nm na prática?

A corrida por nós cada vez menores é essencial para manter o ritmo da Lei de Moore. No entanto, estamos em uma fase em que cada salto exige tecnologias complexas, como litografia EUV avançada, novos materiais e arquiteturas de transistores mais sofisticadas.
Um chip em 1,6 nm pode oferecer:
Maior número de transistores por milímetro quadrado;
Redução no consumo energético por operação;
Melhor desempenho por watt;
Potencial para integrar ainda mais núcleos dedicados a IA
No cenário atual, a NVIDIA domina o mercado de aceleradores para IA com suas GPUs voltadas a data centers. Uma arquitetura Feynman em 1,6 nm poderia consolidar ainda mais essa liderança, especialmente frente à concorrência de empresas como AMD, Intel e até gigantes do setor de nuvem que desenvolvem os próprios aceleradores.