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Uma Batalha de Informações

NVIDIA inicia aposentadoria das placas mais populares do mundo

Era Maxwell e Pascal está acabando

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– Driver 590 para Linux já não reconhece GPUs NVIDIA GTX 900 e GTX 10
– No Windows, o último driver com suporte completo pode ter sido o 581.80
– GPUs antigas seguirão recebendo apenas atualizações de segurança trimestrais

Conforme publicado pelo VideoCardz nesta quarta-feira (03), a transição que muitos donos de placas mais antigas temiam finalmente começou, pois a NVIDIA iniciou o processo de descontinuação do suporte pleno para as gerações Maxwell (GTX 900) e Pascal (GTX 10).

Embora a empresa já tivesse avisado, meses atrás, que o driver da série 580 seria o último a oferecer compatibilidade completa, somente agora os efeitos práticos estão se tornando realmente visíveis, principalmente para quem tenta atualizar os drivers em sistemas Linux.

O primeiro sinal concreto surgiu com o lançamento do driver 590 voltado para Linux. Apesar da própria documentação ainda mencionar suporte às arquiteturas antigas, usuários rapidamente descobriram que modelos populares como a GTX 1050 Ti já não são mais reconhecidos.

No Windows, o cenário ainda está em transição. A NVIDIA havia informado que outubro seria o ponto final para atualizações Game Ready das séries 900 e 10, mas uma atualização inesperada prolongou o suporte até o driver 581.80, lançado no fim de novembro.

Por enquanto, a empresa não disponibilizou uma versão 590 para Windows, o que deixa em aberto se o 581.80 será realmente a última atualização completa da plataforma ou se ainda veremos mais um lançamento antes do encerramento definitivo.

Abandono não é total

Placa de vídeo RTX
Imagem: Reprodução/WCCFTECH

Ainda que a mudança impacte principalmente quem deseja jogar títulos recentes com as otimizações mais atuais, a empresa não planeja abandonar completamente essas GPUs.

Mesmo consideradas arquiteturas com até 11 anos de idade, continuarão recebendo atualizações de segurança em ciclos trimestrais. Isso significa que os usuários não ficarão expostos a vulnerabilidades críticas, mas perderão otimizações específicas e suporte oficial para novos lançamentos.

Vale lembrar que o movimento era esperado, uma vez que com com o avanço das arquiteturas mais recentes e tecnologias baseadas em IA, fica cada vez mais difícil manter compatibilidade ampla sem comprometer o desenvolvimento de novos recursos.

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