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AMD “Medusa Halo”: Rumores apontam para suporte a memórias LPDDR6 e arquitetura Zen 6

Próxima geração de APUs entusiastas da AMD, sob a marca Ryzen AI Max 500, deve elevar drasticamente a largura de banda e o desempenho gráfico com RDNA 5

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A AMD está preparando um salto tecnológico massivo para sua linha de processadores de alto desempenho, conhecidos como “Halo”.

De acordo com vazamentos recentes divulgados pelo portal VideoCardz e pelo informante Gray/Olrak29, a próxima geração, codinome “Medusa Halo”, será a primeira a oferecer suporte ao novo padrão de memórias LPDDR6.

Esta mudança é estratégica para alimentar o que promete ser uma das APUs (Unidades de Processamento Acelerado) mais potentes já criadas, combinando a futura arquitetura de CPU Zen 6 com os gráficos de próxima geração RDNA 5. A expectativa é que esses chips cheguem ao mercado entre 2027 e 2028 sob a nomenclatura comercial Ryzen AI Max 500.

Imagem: Reprodução/VideoCardz

 

Largura de banda sem precedentes com LPDDR6

O suporte ao padrão LPDDR6 é um dos pilares centrais do Medusa Halo para evitar gargalos de desempenho. Enquanto a atual geração “Strix Halo” utiliza um barramento de 256 bits com memórias LPDDR5X-8000 (alcançando 256 GB/s), o novo padrão LPDDR6 deve elevar as taxas de transferência para algo entre 10,6 Gbps e 14,4 Gbps.

Em uma configuração teórica de 256 bits, isso resultaria em uma largura de banda de até 460,8 GB/s, um aumento de aproximadamente 80% em relação à geração anterior. Essa velocidade é comparável à de placas de vídeo dedicadas de alto desempenho, permitindo que a GPU integrada opere em seu potencial máximo.

Imagem: Reprodução/AMD

Além da memória, o Medusa Halo deve trazer avanços significativos em contagem de núcleos e arquitetura gráfica. Rumores indicam que o chip contará com dois chiplets de CPU (CCDs), totalizando até 24 núcleos e 48 threads baseados em Zen 6, superando os 16 núcleos dos modelos atuais.

No lado gráfico, a transição para a arquitetura RDNA 5, a mesma esperada para as futuras GPUs discretas da AMD, sugere um desempenho capaz de rivalizar com soluções de vídeo dedicadas de médio e alto custo, consolidando o conceito de “NVIDIA Killer” em um único chip.

 

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