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– EA Games pode apostar em IA generativa para reduzir custos
– Aquisição de US$ 55 bilhões teria incluído empréstimo de US$ 20 bilhões
– Com a compra, a EA se torna totalmente privada, mas CEO Andrew Wilson segue à frente
Após a venda da Electronic Arts (EA), os novos donos da publisher podem apostar em inteligência artificial generativa para reduzir custos. Segundo o portal internacional Financial Times nesta terça-feira (30), a tecnologia seria usada para ajudar a equilibrar um empréstimo feito para viabilizar a compra, embora ainda não haja confirmações oficiais sobre a implementação.
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O consórcio comprador é liderado pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), com participação da Silver Lake e da Affinity Partners. Segundo o site, a aquisição, de US$ 55 bilhões (cerca de R$ 305 bilhões), incluiu um empréstimo de US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 111 bilhões) do JPMorgan Chase Bank.
Nesse contexto, a IA generativa surge como uma possível ferramenta para reduzir os custos e otimizar processos, embora ainda não se saiba como isso poderá impactar os jogos e franquias da EA.

Como ocorreu a compra da EA e quais mudanças traz?
Na prática, a compra transforma a publisher em uma empresa totalmente privada. Os acionistas receberão US$ 210 por ação, 25% acima da cotação considerada “justa”, em um pagamento totalmente em dinheiro, o maior acordo all-cash já registrado para retirar uma empresa da bolsa.
Agora 100% controlada pelo consórcio comprador, a EA concentra todas as ações em um único grupo. No entanto, vale destacar que o CEO Andrew Wilson continuará no comando, e a sede seguirá em Redwood City, na Califórnia. Ainda não se sabe como a gestão e as franquias serão impactadas.