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Larian bate o martelo sobre uso de IA em Divinity

CEO afirma que inteligência artificial não será usada na criação de artes conceituais

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– Larian veta IA nas artes conceituais de Divinity
– Tecnologia fica restrita a algumas áreas
– Novo jogo segue sem sinopse oficial

O debate sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento  divide a comunidade gamer. A franquia Divinity entrou nesse centro de discussões nesta sexta-feira (9), quando Swen Vincke, CEO da Larian Studios, se posicionou publicamente sobre o tema e estabeleceu limites claros para o uso da tecnologia dentro do estúdio.

A declaração veio durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, organizada pela equipe de desenvolvimento do novo título da série. Questionado diretamente sobre o emprego de IA no processo criativo, Vincke afirmou que a Larian decidiu não utilizar ferramentas de inteligência artificial generativa em nenhuma etapa do desenvolvimento de artes conceituais.

Sei que houve muita discussão sobre nós usarmos ferramentas de IA como parte da exploração de conceitos. Já dissemos que isso não significa que o conceito propriamente dito seja gerado por IA, mas entendemos a confusão. Para garantir que não haja dúvidas, decidimos cessar o uso de ferramentas de IA generativa durante o desenvolvimento de artes conceituais“, revelou o CEO.

Imagem: Reprodução/TGA

Ainda sobre o tema, o CEO deixou claro que a decisão não se estende a todas as áreas do desenvolvimento. A Larian não descarta o uso de inteligência artificial em setores mais técnicos ou de apoio.

Nossa esperança é que a IA nos ajude a refinar ideias mais rapidamente, levando a um ciclo de desenvolvimento mais focado, com menos desperdício e, no fim das contas, um jogo de qualidade mais alta“, explicou.

O novo projeto da franquia Divinity foi anunciado oficialmente durante o The Game Awards 2025, mas ainda não teve sua sinopse completa divulgada. O título dará continuidade a uma série que atravessa mais de 20 anos de história. Tudo começou com Divine Divinity, lançado em 2002, seguido pelo reconhecimento mundial alcançado com Divinity: Original Sin (2014) e Original Sin II (2017).

 

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