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Primeiras impressões: Black Ops 7 aposta em co-op e em uma cidade viva

Volta de Raul Menendez guia o início da história

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– Raul Menendez retorna e conduz o início da história
– Campanha prioriza experiências cooperativas
– Avalon atua como mapa amplo que organiza missões e ameaças

Após meses de expectativa desde os primeiros anúncios em junho, Call of Duty: Black Ops 7 finalmente chegou  e, pelas primeiras horas de jogo, a espera parece ter valido a pena. A Pichau Arena teve acesso ao novo capítulo da franquia e te conta quais são as primeiras impressões do título da Activision.

Avalon,  a cidade que abre a história,  é o primeiro choque. É tensa, tecnológica e já coloca David Mason no centro de uma operação que sai do controle em poucos minutos. No meio disso tudo, um nome conhecido reaparece, o Raul Menendez.

Imagem: Reprodução/Steam

A princípio, parece que tudo gira em torno dele, mas o jogo rapidamente mostra que é só isca. A ameaça real vem da Guilda, chefiada pela CEO Emma Kagan, que desenvolve uma arma capaz de manipular pessoas pelo medo. 

Cooperação no centro da campanha

O time que acompanha Mason também tem um papel na história. Eric Samuels, Leilani Tupuola e Mike Harper não estão ali só para preencher a cena, a campanha realmente depende dessa dinâmica. Jogando em grupo, tudo faz mais sentido. Sozinho, ainda funciona, mas fica bem nítido que muita coisa foi pensada para cooperação.

Mesmo com essas mudanças, Black Ops 7 ainda conta com a essência da franquia. O jogo traz aqueles combates diretos, missões e desafios durante a jornada. O que chama atenção são os desvios de rota: criaturas, setores que parecem vivos e até usos de cortisol que mudam a lógica de algumas situações. É como se o jogo dissesse que não quer ficar preso ao formato clássico.

Avalon é o coração da experiência

Avalon é, sem exagero, o elemento que define o jogo. A cidade funciona como um mapa aberto, dividido em setores com níveis de ameaça progressivos. Essa aposta no hub vivo é um dos pontos que mais diferenciam Black Ops 7. O mapa acaba não sendo só mais um cenário, se torna um sistema que convida o jogador a explorar o ambiente.

Imagem: Reprodução/Steam

Primeiras impressões

Completar a história leva cerca de oito horas. Explorar todos os objetivos opcionais, cerca de dez. A narrativa segura bem o ritmo, conta com conflitos e também aproveita os personagens, mas é na cooperação que tudo realmente ganha um “brilho” a mais. Jogando solo, a ausência de pause e de checkpoints acabam pesando mas não a ponto de estragar a experiência.

Ainda assim, a campanha solo não é descartável. O modelo funciona, só não entrega o mesmo impacto que o jogo alcança em conjunto. Mesmo com escolhas que podem gerar opiniões divididas, o título oferece uma experiência positiva. A campanha não busca revolucionar a fórmula da franquia, mas entende muito bem até que ponto quer ir.

 

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