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SSDs usados para mineração podem sofrer danos num curto período de tempo

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Nos últimos meses, a mineração de Chia Coins, que utiliza SSDs e HDs, tornou-se popular e chegou até a causar a escassez de dispositivos de armazenamento na China. Sendo assim, as fabricantes já ligaram o alerta e tomaram medidas para resguardar o mercado, uma vez que a alta demanda provavelmente causaria uma escalada nos preços. Além disso, a atividade de mineração também é danosa aos SSDs domésticos, e a GALAX já anunciou que seus produtos utilizados para isso perderão a garantia.

Basicamente, para minerar estas criptomoedas, o volume de gravação diária de dados é elevado além do limite do SSD e, desta forma, a finitude do ciclo de leitura e escrita dos chips Flash NAND é alcançada muito mais rapidamente.

Segundo o portal chinês MyDrives, quando utilizado para mineração de Chia Coins, um SSD de 512GB  pode se esgotar em apenas 40 dias. Nessa atividade, é importante que, além de uma boa capacidade, o dispositivo tenha também uma boa durabilidade, que geralmente já é estipulada pela empresa. E é por isso que é preferível o uso de SSDs utilizados, por exemplo, em datacenters, ao invés dos SSDs que costumamos utilizar, comumente chamados de domésticos.

Buscando saídas, a TeamGroup já chegou a lançar uma linha de SSDs focada em permitir a mineração de Chia Coins, denominada T-Creat Expert. Ela traz consigo duas opções de capacidade: 1TB e 2TB. É muito fácil ter uma noção do quão especiais esses produtos são, visto que eles permitem gravar até 50GB por dia durante 600 anos, ou 6TB por dia durante 5 anos. Tudo isso graças ao TBW.

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