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– Clock recorde de 3 650 MHz para GPU e memória com 36 Gbps via overclock extremo
– 5090D da Galax obtém resultados impressionantes no GPUPI, 3DMark Port Royal e Unigine Superposition
– Setup extremo com LN₂, BIOS XOC e energia de até 2.000 W garantiu estabilidade nos testes
Na última segunda-feira (07), o TechPowerUp publicou que a Galax mais uma vez mostrou por que é referência no mundo dos overclockers. Com uma versão customizada da RTX 5090D, da linha HOF XOC (Hall of Fame Extreme Overclocking), a marca estabeleceu um novo recorde ao alcançar 3.650 MHz no clock da GPU e 36 Gbps na memória GDDR7, uma das maiores marcas já registradas em placas de vídeo comerciais.
A façanha foi possível graças a um sistema extremo de resfriamento com nitrogênio líquido (LN₂), combinado a uma BIOS XOC modificada que permite liberar o verdadeiro potencial da arquitetura Blackwell da NVIDIA.
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O feito foi conquistado pela equipe grega OGS, especializada em competições de overclock. Utilizando uma placa-mãe ASUS ROG Maximus Z790 Apex Encore, combinada a um Intel Core i9-14900KF, o time operou a RTX 5090D com um consumo de até 2.000 W, exigindo fontes de altíssima capacidade e um sistema de alimentação reforçado via dois conectores 12V‑2×6.
A memória, por sua vez, foi ajustada para operar a 2.250 MHz físicos, o que equivale a 36 Gbps efetivos, oferecendo uma largura de banda absurda de 2,3 TB/s.
Benchmarks monstruosos

Nos benchmarks, os números falam por si. No teste GPUPI 32B, a placa concluiu os cálculos em apenas 39,4 segundos, quebrando o recorde mundial. Em outras provas, como o 3DMark Port Royal e o Unigine Superposition, a Galax RTX 5090D também superou as marcas anteriores com folga, mesmo operando em clocks levemente abaixo do pico.
Embora esse tipo de configuração seja inviável para uso doméstico ou setups convencionais, os testes extremos têm uma função importante: mostrar os limites reais da tecnologia disponível, além de validar a engenharia térmica e elétrica das placas. E, nesse quesito, a Galax provou estar um passo à frente, oferecendo uma plataforma sólida para quem quer explorar até o último MHz de performance, mesmo numa versão “nerfada” voltada para o mercado chinês;
No fim, a quebra do recorde deixa claro que o futuro do desempenho gráfico ainda tem espaço para crescer e, com a arquitetura Blackwell, parece que as placas podem chegar muito mais longe do que o imaginado.