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NVIDIA mostra Blackwell Ultra e promete GPUs futuristas

Formato NVFP4 4-bit turbina IA, com até 50 % mais velocidade e menos memória

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– Blackwell Ultra oficializa suporte ao padrão, com 256 GB/s bidirecionais para acelerar clusters
– Novo formato 4-bit da NVIDIA alcança +50% de desempenho com precisão eficiente, consumindo muito menos memória
– 288 GB HBM3e, 640 Tensor Cores, NVLink 5 com 1,8 TB/s, sendo o chip para AI em larga escala.

Segundo publicado pelo Tom’s Hardware hoje, quarta-feira (27), a NVIDIA revelou detalhes impressionantes sobre a arquitetura Blackwell Ultra, que eleva os padrões em performance para IA e computação de alto desempenho.

Durante a conferência Hot Chips 2025, a empresa confirmou que a nova geração de GPUs GB300/B300 traz suporte ao padrão PCIe 6.0, dobrando a largura de banda para 256 GB/s bidirecionais, essencial para aliviar gargalos em transferências de dados entre placa de vídeo, processador e dispositivos de alta velocidade.

Além disso, há um boost de 50% no desempenho no formato NVFP4, um tipo proprietário de ponto flutuante de 4 bits. O NVFP4 oferece desempenho quase igual ao FP8 em precisão, mas com um footprint de memória até 3,5× menor em comparação com FP16, o que traz ganhos consideráveis em eficiência energética e capacidade de modelagem para centros de IA.

Novidades não param por aí

CES 2025
Imagem: Reprodução/NVIDIA

Vale destacar ainda que as novidades da arquitetura Blackwell Ultra não se limitam apenas a isso, contando também com 288 GB de memória HBM3e (acima dos 192 GB da versão anterior), 640 Tensor Cores de quinta geração distribuídos em 160 SMs (Streaming Multiprocessors) e suporte completo a NVLink 5 com 1,8 TB/s de interconexão GPU-GPU, além de NVLink-C2C (CPU-GPU) e o já citado PCIe 6.0.

É um conjunto de adições importantes, capazes de transformar o Blackwell Ultra em um verdadeiro “AI Factory chip”, ou seja, ideal para treinar modelos de larga escala, rodar inferências em tempo real e suportar infraestrutura de clusters massivos com alta eficiência e desempenho. Com o NVFP4, agora é possível treinar e inferir com precisão competitiva, mas com memória e energia muito mais otimizadas.

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