Existe uma relação entre Counter-Strike 2 (CS2) e lavagem de dinheiro? O assunto veio à tona em um podcast apresentado pelo criador de conteúdo Kaio D’elaqua, durante uma conversa com Cauê em Paz. Na ocasião, o convidado relatou um esquema que envolveria o uso de cartões clonados, contas alternativas e skins do jogo da Valve.
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Segundo Cauê, pessoas envolvidas em golpes e estelionato usam o mercado de cosméticos do jogo para lavar o dinheiro obtido ilegalmente. A prática mencionada envolve o uso de cartões clonados e a compra de skins, que depois passam por outras contas antes de serem revendidas.
A ideia, conforme o relato, seria fazer com que o dinheiro deixasse de circular diretamente pela forma como foi obtido e passasse por uma transação. Depois da revenda, o valor poderia voltar ao usuário por outros meios.
“Então você compra skins com cartão clonado, passa pra outra conta, vende as skins, tira o dinheiro, transforma em criptomoeda e você lavou dinheiro com Counter-Strike”, afirmou Cauê.
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No entanto, vale destacar que isso não significa que o Counter-Strike 2 ou a Valve tenham criado um sistema para lavagem de dinheiro. O problema apontado no podcast está no possível uso criminoso do mercado de skins e de plataformas de negociação.


