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– Titan Lake em 2028 pode abandonar P‑Cores e E‑Cores para adotar núcleo único
– Rumores apontam para CPU com até 100 núcleos homogêneos
– Mudança busca otimizar silício, desempenho por watt e competitividade com AMD
Conforme publicado pelo TweakTown hoje, quinta-feira (17), rumores recentes divulgados revelam que a Intel está se preparando para uma mudança radical na arquitetura de CPUs da marca com o codinome Titan Lake, previsto para lançamento em 2028.
De acordo com fontes do portal citado, a empresa pode abandonar completamente o design híbrido (separação entre Performance‑cores e Efficiency‑cores) em favor de um “Unified Core”, um tipo de núcleo único que irá integrar o desempenho e a eficiência em um pacote unificado.
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Um post atribuído ao leaker @SiliconFly no X afirma que a linha anterior Razer Lake (2027) será a última a usar o modelo híbrido tradicional. A partir de 2028, a Titan Lake seria completamente reformulada com um novo núcleo homogêneo, possivelmente inspirado nos E‑Cores da microarquitetura Arctic Wolf usada na Nova Lake, e construído no processo 14A para melhorar densidade e eficiência energética.
O motivo por trás da unificação
Intel Unified Core:
Most of the info is already available. But a new leak confirms most of it and also sheds more light.
It clearly says that Razer Lake's Griffin Cove is the *LAST* Intel P Core. And after that, the P core team is going bye-bye.
And in 2028, Titan Lake is all… pic.twitter.com/nny4xYYXMc
— SiliconFly (@Silicon_Fly) July 14, 2025
A estratégia de unificar núcleos visa reduzir complexidade no silício e otimizar o desempenho por watt (PPA e PPW). Rumores até sugerem que esse núcleo poderia escalar para até 100 unidades, criando CPUs com “cem núcleos” totalmente uniformes e eficientes.
A medida é um reflexo direto dos movimentos da AMD com a série Zen 6/7, que utiliza clusters de núcleos homogêneos para melhorar performance escalável. No mais, o reposicionamento também sugere que a Intel esteja apostando numa arquitetura mais simples de programar para o mercado, evitando os gargalos de escalonamento do design híbrido atual.
Ainda assim, o movimento carrega riscos, visto que um único tipo de núcleo precisa entregar tanto potência quando os P‑Cores quanto a eficiência dos E‑Cores, o que exige avanço significativo nas fábricas (processo 14A) e no projeto do núcleo. Além disso, não está claro como isso afetará o desempenho single‑thread e cargas pesadas, áreas historicamente dominadas pelos P‑Cores.