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– Fredrik Lönn, da Liquid Swords, disse que o DLSS 5 precisa de integração total e suporte amplo
– Estúdio não considerou usar a tecnologia em Samson por entender que ainda não está pronto
– NVIDIA afirma que o DLSS 5 chega no outono de 2026 com renderização neural
De acordo com uma publicação do WCCFTech desta quinta-feira (08), o DLSS 5 pode até ser uma das apostas mais ambiciosas da NVIDIA para a nova geração dos gráficos em PC, mas, para parte da indústria, a tecnologia ainda precisa amadurecer bastante.
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Segundo Fredrik Lönn, diretor técnico da Liquid Swords, desenvolvedora de jogos, o recurso só fará sentido de verdade quando tiver integração total ao pipeline de produção e suporte amplo de hardware e plataformas.
A origem do posicionamento

A declaração veio no contexto de Samson: A Tyndalston Story, jogo do estúdio que usa DLSS 4.5 e ray tracing. Lönn disse que o time analisou o DLSS 5, mas não o considerou para o projeto porque a tecnologia ainda não parece pronta para produção.
Ele afirmou que, no caso do estúdio, os modelos faciais e animações já estavam definidos, e que uma solução desse tipo só seria interessante se entrasse desde o início do processo criativo, preservando o controle artístico sobre os personagens.
Outro ponto levantado foi a limitação prática de adoção. Para o executivo, ainda são poucas as pessoas com acesso ao hardware necessário, e isso reduz o apelo de investir pesado numa tecnologia que não alcança toda a base de usuários.
Por fim, o desenvolvedor também destacou que, para virar uma solução realmente viável, o DLSS 5 precisaria funcionar de forma coerente em todas as plataformas-alvo dos jogos.